Antes de ser mãe,
Eu comia refeições quentes.
Eu usava roupas sem manchas.
Eu tinha calma ao falar ao telefone.
Antes de ser mãe,
Eu dormia tão tarde quanto eu quisesse e nunca me preocupava com a hora de acordar.
Eu escovava meus cabelos e tomava banho sem pressa.
Antes de ser mãe,
Minha casa estava limpa todos os dias.
Eu nunca tropeçava em brinquedos, ou
pensava em canções de ninar.
Antes de ser mãe,
Eu não me preocupava se minhas plantas eram venenosas.
Eu nem sabia que existiam protetores de tomada...
Antes de ser mãe,
Ninguém nunca tinha vomitado ou feito xixi em mim.
Eu nunca tinha sido beliscada por dedinhos de unhas finas.
Ninguém tinha me molhado.
Antes de ser mãe,
Eu tinha controle de minha mente, dos meus pensamentos, do meu corpo,
e do meu tempo.
Eu dormia a noite toda!!
Antes de ser mãe,
Eu nunca tinha segurado uma criança chorando para que pudesse fazer exames ou aplicar vacinas.
Eu nunca havia experimentado a maravilhosa sensação de amamentar e saciar um bebê faminto.
Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choram.
Eu nunca tinha ficado tão gloriosamente feliz por causa de um simples sorriso.
Eu nunca tinha sentado tarde da noite só para admirar um bebê dormindo.
Eu nunca tinha segurado um bebê dormindo só porque eu não queria deixá-lo.
Eu nunca havia sentido meu coração se quebrar em um milhão de pedaços porque eu não pude parar uma dor.
Eu nunca imaginaria que algo tão pequeno pudesse afetar tanto a minha vida.
Eu nunca soube que eu realmente amaria ser mãe...
Antes de ser mãe,
Eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora de meu corpo.
Eu não conhecia a força do amor entre uma mãe e seu filho.
Antes de ser mãe,
Eu não conhecia o calor,
a alegria,
o amor,
a preocupação,
a plenitude,
ou a satisfação de ser mãe.
Eu não sabia que era capaz de sentir tudo isso com tanta intensidade...
E não imaginava que poderia sentir um amor tão grande como
eu sinto por vc Lindy, eu não imagino um dia da minha vida sem vc meu bebê.Você è a minha vida...
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
Invernos, impérios, mistérios
Lembranças, cobranças, vinganças
Assim como a dor que fere o peito
Isso vai passar também
E todo o medo, desespero e a alegria
E a tempestade, a falsidade a calmaria
E os teus espinhos e o frio que eu sinto
Isso vai passar também
Saudades, vaidades, verdades
Coragem, miragens e a imagem
No espelho como a dor que fere o peito
Isso vai passar também
E todo o medo, desespero e a alegria
E a tempestade, a falsidade, a calmaria
E os seus espinhos e o frio que eu sinto
Isso vai passar também
Lembranças, cobranças, vinganças
Assim como a dor que fere o peito
Isso vai passar também
E todo o medo, desespero e a alegria
E a tempestade, a falsidade a calmaria
E os teus espinhos e o frio que eu sinto
Isso vai passar também
Saudades, vaidades, verdades
Coragem, miragens e a imagem
No espelho como a dor que fere o peito
Isso vai passar também
E todo o medo, desespero e a alegria
E a tempestade, a falsidade, a calmaria
E os seus espinhos e o frio que eu sinto
Isso vai passar também
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Procuro mas não enxergo o alvo
E calo meu silêncio pra ver
Se o mundo ainda existe
E insiste em ser o mesmo
Sempre, eu me disfarço sempre
E não me encontro
Nem sei qual a cor da dor
De ser mais um rosto que mente
Verdade, quem desvendou não me contou
Que o certo é o incerto que ficou
Meu mundo ainda gira e gira e gira e volta
Sempre, eu me disfarço sempre
E não me encontro
Nem sei qual a cor da dor
De ser mais um rosto que mente
Sempre, sempre, oh, sempre...
Sempre, eu me disfarço sempre
E não me encontro
Nem sei qual a cor da dor
De ser mais um rosto que mente
Sempre, eu me disfarço sempre
E não me encontro
Nem sei qual a cor da dor
De ser mais um rosto que mente
E calo meu silêncio pra ver
Se o mundo ainda existe
E insiste em ser o mesmo
Sempre, eu me disfarço sempre
E não me encontro
Nem sei qual a cor da dor
De ser mais um rosto que mente
Verdade, quem desvendou não me contou
Que o certo é o incerto que ficou
Meu mundo ainda gira e gira e gira e volta
Sempre, eu me disfarço sempre
E não me encontro
Nem sei qual a cor da dor
De ser mais um rosto que mente
Sempre, sempre, oh, sempre...
Sempre, eu me disfarço sempre
E não me encontro
Nem sei qual a cor da dor
De ser mais um rosto que mente
Sempre, eu me disfarço sempre
E não me encontro
Nem sei qual a cor da dor
De ser mais um rosto que mente
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